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O esquema
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A suspeita: |
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Os crimes: |
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Como funcionava: 1 - Segundo as investigações da PF e do Ministério Público Federal,
existiam dois esquemas de fraude atuando na Petrobrás. Uma das formas de
atuação do grupo era direcionar licitações enviando cartas-convite para
endereços errados. 2 - Funcionários da estatal passavam informações privilegiadas, mediante
propina paga pelas empresas envolvidas. 3 - Os suspeitos beneficiados ocultavam em empresas fantasmas parte do
dinheiro proveniente dos contratos das licitações viciadas. 4 - Foi criado também, segundo as investigações da operação, esquema de
circulação clandestina desses recursos, resultando em sonegação de tributos. 5 - A principal acusada de envolvimento é a Angraporto
Offshore Logística, mas também há suspeita contra
as empresas Iesa e Mauá Jurong.
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Onde aconteceu

Os nomes
» Os presos:
Fernando Cunha Stérea - Sócio-diretor da Angraporto,
é apontado como um dos líderes da quadrilha, com indícios de participação em
fraude em licitações corrupção e sonegação fiscal.
Mauro Luiz Soares Zamprogno - Sócio-diretor da Angraporto,
também seria um dos líderes da quadrilha.
Wladimir Pereira Gomes - Sócio-diretor da Angraporto,
seria responsável pelo pagamento de propinas a servidores públicos.
Simon Matthew
Clayton - Diretor da Angraporto e de outras empresas-fantasmas.
Ruy Castanheira de Souza - Advogado do escritório de assessoria contábil e
jurídica preventiva Almir Vieira e idealizador do esquema, segundo a PF.
Carlos Heleno Netto
Barbosa - Gerente geral de serviços
de sondagem semi-subversível da Petrobrás. Entre os
funcionários da estatal, é quem possui o cargo mais alto. É responsável por dar
início ao processo licitatório.
Carlos Alberto Pereira Feitosa - Coordenador da comissão de licitação da Petrobrás, tinha acesso a informações privilegiadas que repassava às
empresas em troca de propinas, diz a PF.
Rômulo Miguel de Morais - Gerente de plataforma de petróleo da Petrobrás,
também repassaria informações privilegiadas à Angraporto.
Ana Celeste Alvez
Bessa -
Técnica de Feema afastada do setor de licenciamento
pela Operação Poeira no Asfalto. Ainda assim, continuava a atuar na concessão
de licenças.
Felipe Pereira das Neves Castanheira
Souza - Atuaria com o pai, Ruy
Castanheira, na movimentação ilícita de recursos, justificando sua utilização à
Receita.
Laudezir Carvalho de Azevedo - Empresário do estaleiro Iesa,
um dos que teriam sido beneficiados pela fraude.
Hilário dos Santos Mattos - Empregado da Angraporto
que teria sido usado como laranja. Responsável por sacar as propinas e realizar
os pagamentos.
Ricardo Secco - Aparece na segunda vertente da investigação,
administra ONGs acusadas de
receber recursos repassados ilegalmente pelo Rio. Atuaria junto com o
empresário Ruy Castanheira. É pai da atriz Deborah Secco.
» Com pedido de prisão decretada:
Sergio Fernandes Granja - Agente da PF no Aeroporto Internacional Tom Jobim.
José Augusto Barbosa Reis - Empresário e lobista que intermediaria
negociações.
Claudio Valente Scultori da Silva - Técnico da área de meio-ambiente que preparava os
projetos a serem licenciados, diz a PF.
Wilson Ribeiro Diniz - Sócio-fundador das empresas e contas que serviriam
a propósitos ilícitos da Angraporto.
Ricardo Moritz - Laranja que atuaria através de uma dessas empresas.
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